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Como realizar backup dos e-mails em seu GMail
Inseguro quanto ao futuro de seus e-mails em sua conta no GMail? Receoso quanto à eventuais panes e catástrofes?
Os servidores do Google são muito seguros, mas se você deseja fazer cópias de segurança, pode utilizar o programa Gmail Backup. Além de realizar cópia de seus e-mails em seu computador, o programa permite também a restauração dos dados copiados.
O programa serve também para fazer cópias de segurança dos e-mails de domínios hospedados na Origy Networks.
Segue abaixo o link para download do programa:
http://www.gmail-backup.com/download
Como inserir imagens no Gmail
Quem utiliza o Gmail provavelmente deve ter notado a falta de um recurso simples: a falta de poder inserir imagens no corpo dos e-mails.
Isso pode ser resolvido de forma simples: Faça login em sua conta, clique em Configurações, e em seguida em Labs. Localize o item chamado Inserção de imagens e ao lado deste marque o botão Ativar. Role a página até o fim e clique em Salvar Alterações.
Pronto! A partir daí, ao escrever novos e-mails, haverá um botão chamado Inseerir Imagem. Você poderá tanto inserir imagens do seu computador quanto através de um link.
A dica é válida também para e-mails de domínios com Google Apps, hospedados na Origy Networks.
5 fatores a serem analisados antes de trocar o Windows por Linux
Um cliente feliz pode até contar a alguém a razão de sua alegria, enquanto que um descontente espalha aos quatro cantos os motivos de sua insatisfação. Converter-se ao mundo Linux antes de uma boa análise pode colocar sua empresa no segundo grupo em razão de esse ambiente aberto não ser ainda para todos. Por mais que o sabor Ubuntu, o Mandriva e outras distribuição cheguem perto, o Windows continua sendo mais fácil de usar.
Não quero dar a questão por encerrada. Há muitos motivos para trocar o sistema operacional da Microsoft por um de código aberto. Seus negócios e sua produtividade dependem da estabilidade de seus computadores, da felicidade dos funcionários e da habilidade deles em trabalhar de forma mais eficiente com o menor número de ocorrências possível. Se sua empresa planeja descartar o Windows do parque de TI é importante avaliar algumas questões antes de levar o plano a diante. O Linux é uma plataforma incrivelmente útil, interessante e versátil. Porém, tem as suas falhas. Veja a seguir cinco fatores que devem ser levados em consideração antes da troca.
1- Funcionalidades diferentes
Por mais óbvia que seja essa observação, você não deve esperar que o Linux se comporte como o Windows. Há algumas similaridades: os gráficos, os menus, as aplicações representadas por ícones, temas para desktop e maioria dos recursos da área de trabalho no sistema da Microsoft. Parece Windows, mas não é. Seus fãs dizem que é melhor, por ser mais estável, por suas variadas funcionalidades e por seu preço absurdamente baixo – convenhamos, é difícil ser mais barato que a gratuidade.
No entanto, o Linux não consegue imitar o Windows no que ele tem de melhor, pelo menos, aparentemente. Por ser o sistema operacional mais usado no mundo, conta com uma série de vantagens: milhares de desenvolvedores devidamente empregados, uma máquina de marketing enorme, suporte técnico de terceiros, muitos anos de validade, e uma dedicada base de usuários, tanto no setor corporativo quanto no âmbito doméstico. Não é de se espantar que a Microsoft domine o mercado dos computadores e os dólares que este mundo rende.
De certa maneira, a batalha entre Windows e Linux é como aquela outra, entre o VHS e o Betamax. O segundo, mesmo sendo superior, perdeu a guerra por nunca ter caído no gosto do mercado. O Linux é uma versão moderna do Betamax. Não é o Windows. Nunca será.
2- Não é clone do Unix
O Linux tem muitas das qualidades do Unix, como a interface de seu sistema de arquivos, suporte para que muitos usuários utilizarem o mesmo dispositivo, a propagada estabilidade e eficientes recursos de segurança. Ainda assim, o Linux também é muito diferente das distribuições comerciais do Unix. Mesmo que rode confortavelmente em hardwares x86, tenha boa disposição para a virtualização e possa ser carregado em um pen drive, as disparidades persistem.
A extrema versatilidade do Linux o torna único para pequenas companhias, médias empresas e máquinas para o consumidor final. O Linux é um tipo de Unix, mas não no sentido pleno da palavra. Alguns desenvolvedores o chamam de clone. Tanto um quanto o outro sofrem como o mesmo problema em questões de compatibilidade. Por exemplo: se você estiver rodando sua aplicação em um IBM AIX, o programa será tão mais compatível em Linux quanto seria em um Sun Solaris ou em HP-UX.
3- Compatibilidade com os periféricos
É verdade: o Linux não tem muitas opções em se tratado de suporte a periféricos. Se você já tentou configurar uma impressora para funcionar com o sistema, provavelmente já perdeu alguns fios de cabelo nessa tarefa. Há um grande número de aparelhos compatíveis, mas se justamente aquele que você comprou não estiver na lista, bem, desejo-lhe sorte. Depois de horas gastas com pesquisa em fóruns na internet, você poderá descobrir que a impressora não é mesmo compatível e nem é capaz de simular o funcionamento de outra que seja suportada.
Nessa área, o Linux traz mais dores de cabeça que qualquer outro sistema operacional moderno. A solução para a questão é, antes da compra, checar quais dispositivos a distribuição que você possui aceita. Caso contrário, e com algum azar, você terá que dispensar a impressora já adquirida.
4- Documentos e arquivos
Esse problema em particular está mais relacionado com as aplicações que funcionam no Linux que com o sistema em si mesmo. Você descobrirá que a maioria das extensões populares de arquivos para Windows, como as do Office ou do Photoshop, podem ser abertas e editadas em um programa similar disponível para o Linux.
Alguns documentos poderão não ser suportados nativamente pelo Open Office, suíte de escritório, ou pelo GIMP, equivalente ao Photoshop, pois possuem alguma espécie de “bloqueio proprietário” que obriga que sejam abertos apenas pelos softwares que os criaram. Usuários de Linux, por vezes, procuram por táticas para superar esses obstáculos; converter o arquivo para um formato mais usual, em geral, resolve o empecilho, mas requer conhecimento técnico superior.
5- Competências técnicas necessárias
Usuários de Linux precisam de um conhecimento técnico mais avançado para fazer com que as coisas funcionem. Isso não quer dizer que pessoas menos hábeis não conseguirão usá-lo, mas para algumas atividades mais complexas – como configurar um periférico que não seja reconhecido rapidamente pelo sistema ou instalar um software que não esteja dentro de um pacote disponível – certas aptidões serão necessárias. Configurar um servidor Linux é relativamente simples, mas para habilitar alguns de seus serviços um profissional mais qualificado é recomendável.
Fonte: Computerworld
Dia dos Pais requer cuidado em lojas virtuais
O Dia dos Pais está chegando e promete momentos de dúvida quando o assunto é o presente. E cada vez mais a escolha da lembrança perfeita é feita via internet. Filhos modernos (ou sem tempo) preferem a comodidade da compra online em vez de percorrer os corredores cheios de shoppings centers e centros comerciais.
Mas não somente os especialistas estão prevendo o aumento das vendas online. A essa hora cibercriminosos – muitas vezes até fora do Brasil – trabalham com um único objetivo: lucrar com o descuido e/ou inocência de consumidores desavisados! Assim, na hora da compra realmente é preciso ter atenção e seguir algumas dicas preciosas, como as descritas abaixo por Tony Anscombe, responsável pelos produtos gratuitos da AVG Technologies.
1 – Um detalhe que vale a pena é certificar se, no momento se, no momento em que você coloca dados sensíveis como senha, número do cartão de crédito e outros,no site em que está sendo efetuada a compra, tem o “https” na URL, que garante a segurança. Outra dica é um ícone de um cadeado fechado no navegador, na barra de endereços ou no canto inferior direito. Mas fique atento. O ícone de cadeado indica apenas um nível de segurança e não é prova 100% que o site em questão é seguro e legítimo. O cadeado mostra que esse site possui um certificado digital, mas ele tem que ter sido aprovado por um fornecedor confiável como a VeriSign e Thawte, entre outros.
2 – Se estiver em dúvida sobre a reputação de um site, não compre ou coloque qualquer informação pessoal. Lembre-se que há muitos outros varejistas que oferecem os mesmos produtos!
3 – Use seu bom senso e juízo. Compre somente em sites conhecidos, seja no mundo real ou virtual. Por último, e o mais importante, certifique-se de instalar e manter atualizada a proteção antivírus e antispyware e sim, é recomendável aumentar isso com um firewall. Já o AVG LinkScanner é uma ferramenta web gratuita que pode identificar as ameaças em tempo real e permite saber se uma página ou um link está contaminado antes de clicar.
Como acessar e-mails com segurança em redes Wi-Fi
Por mais tentador que seja utilizar redes Wi-Fi para, a qualquer hora e local, acessar a internet por meio de dispositivos móveis, nem sempre o usuário está seguro. Mais do que isso, ler e enviar e-mails a partir desses pontos de acesso público à internet pode representar um risco à segurança da informação corporativa.
A seguir, acompanhe seis regras de segurança que podem ser implementadas pelas áreas de TI, com o intuito de minimizar os riscos de acesso aos e-mails em redes Wi-Fi.
1. Use um sistema de webmail com HTTPS para toda a sessão. A maioria usa HTTPS apenas quando vai acessar sites, mas eles, geralmente, voltam para HTTP após a autenticação. As duas exceções são a versão web do Microsoft Outlook e o Gmail.
2. Se o e-mail não é criptografado, todos que estão conectados na rede Wi-Fi podem ler o conteúdo das mensagens. Uma pessoa mal intencionada pode roubar o cookie da sessão e se registrar na conta de webmail, mesmo sem a senha. Certifique-se de que os usuários estejam usando páginas criptografadas.
3. No caso em que o usuário precisa acessar a sua caixa de entrada completa do Gmail, o POP3 pode ser a melhor opção. Clique no item Configurações, depois em Encaminhamento e POP/IMAP e marque a opção “Ativar o POP para e-mails que chegarem a partir de agora”. Clique em Salvar alterações. A partir de então, as mensagens na caixa de entrada poderão ser lidas a partir de servidores do Google, ainda que o usuário não esteja conectado na web.
4. Todos os profissionais precisam cadastrar uma conta no Gmail para usar o serviço de redirecionamento de emails, pelo menos durante viagens ou em caso de acesso remoto. Para isso, é necessário entrar em Configurações, depois em Contas e Importação e digitar os detalhes de sua outra conta de webmail. Digite a senha e escolha como deve lidar com as mensagens.
5. O usuário pode ainda usar a opção ‘De’ do Gmail para fazer o envio de mensagens, como se estivesse usando sua conta de email regular, com mesmo nome e dados. Após entrar em Configurações, clique em Contas e Importação e, por último, em Enviar e-mail como. Digite os detalhes pedidos sobre a conta, clique em Next Step e siga as instruções.
6. Caso o usuário receba muitas mensagens, deve usar o serviço de filtragem para se organizar. Crie um filtro para adicionar uma nova regra e encaminhar os e-mails para um Gmail. Ao retornar da viagem ou do período em que está fora do escritório, o usuário deve desligar o serviço de encaminhamento de e-mails nas configurações.
Fonte: ComputerWorld
Boa gestão reduz custos com telecom
O aumento da oferta de voz e dados no Brasil ampliou o parque de telecomunicações dentro das companhias e também a complexidade para gerenciar ativos. Como resultado, muitas organizações estão pagando por serviços pelos quais não precisam ou que deixaram de utilizar, como celulares de funcionários que sairam da companhia e links subdimensionados. Esse descontrole tende a crescer com a disseminação do uso de dispositivos móveis.
O alerta é da consultoria Gartner, que recomenda o uso da prática Telecom Expense Management (TEM) para por as contas em ordem. Trata-se de um modelo de gestão adotado pelo mercado para administrar custos e recursos da área de forma centralizada e que pode trazer economias com telecom que variam de 15% a 40%. Consultorias em TEM presentes no Brasil estimam ganhos superiores a 40%, dependendo da situação. Pela definição do Gartner, o TEM é um conceito de gestão integrada para todas as despesas de voz e dados, que engloba análises de contratos, ciclo de vida dos recursos, faturas, inventário, uso dos serviços até contestações junto às operadoras em caso de erros das contas. A metodologia passa por revisão de processos, implantação de políticas e adoção de tecnologia. Sua proposta é ir além da administração de tarifas, algo comum em algumas empresas com base em soluções internas ou de terceiros instaladas em PABXs.
A consultoria Aberden Group estima que apenas 30% das despesas globais de telecom são gerenciadas de forma integrada, reunindo em um mesmo banco de dados todos os controles propostos pelo TEM. Segundo o instituto de pesquisas, ganhos maiores são obtidos quando ocorre centralização de processos, já que é possível obter uma visão geral de como a companhia está usando os recursos. “Quanto maior o volume de despesas e de desorganização da companhia, maior será a redução de gastos com telecomunicações”, diz a analista do Gartner, Elia San Miguel.
No Brasil, o TEM ainda é pouco presente, mas Elia observa que em outros mercados, como os Estados Unidos, o assunto vem sendo discutido desde 2006. O modelo ganhou mais força por aqui no ano passado, quando a crise apertou os orçamentos de TI e Telecom. As empresas buscaram ter uma visão clara dos gastos com telecomunicações, reavaliar contratos e renegociar acordos de nível de serviço (SLA, do inglês, service level agreement).
Caixa preta
Segundo o diretor comercial da Mobilit – especializada em TEM –, Duda Lemos, muitas companhias não sabem nem o que estão contratando. O departamento de TI é demandado o tempo todo a comprar celulares novos, trocar links de dados para integrar sistemas corporativos como os pacotes de gestão empresarial (ERP), etc. “Alguns serviços são solicitados por e-mail, para atendimento mais rápido, sem realização de contratos”, conta Lemos.
Serviços de telecom estão entre os que mais pesam nos custos de TI das companhias. Estudos da consultoria argentina TXC Corp especializada em gestão de recursos de telecomunicações, apontam que essa área responde por 25% do orçamento do departamento de TI, empatada com hardware e manutenção. Para o country manager da TNX, William Hoffert, é possível enxugar esses gastos, já que apenas 20% das despesas de telecom são com hardware e 80% com serviços, incluindo os de telefonia (fixa e móvel) e dados – onde há potencial para cortes.
Quem tem recorrido mais aos trabalhos de consultoria da TNX são os executivos de finanças e negócios. “Eles nos chamam para abrir a ‘caixa preta’ de telecom e analisar onde eles podem obter economia”, diz Hoffert. Para fazer esse trabalho, uma equipe de consultores – formada por engenheiros, economistas e administradores – revisa tarifas, políticas de uso dos serviços e avalia as tecnologias adotadas pela corporação.
Cabe aos consultores passar um pente-fino nos grandes contratos de outsourcing e analisar se preços praticados, links de dados, data centers, call centers e SLAs estão de acordo com o perfil da empresa. Segundo o executivo já houve situações em que a consultoria sugeriu a rescisão de acordos terceirizados. A empresa pagou multa pelo cancelamento, mas o custo foi compensado pela economia gerada com um novo projeto.
Geralmente as empresas tentam chegar a um acordo para evitar rompimentos de contratos. “Chamamos sempre os fornecedores para negociar e tentar baixar os custos. No geral, conseguimos chegar a uma proposta que atende aos dois lados”, diz o pesquisador de telecomunicações, do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPqD), José Domingos Favoretto Jr. Em parceria com a Siemens, o CPqD oferece serviços de gestão de recursos. “Tentamos arrumar a casa dos clientes e mostrar onde estão seus pontos de gastos para que sejam criadas políticas”, explica.
O gerente de produtos de marketing da Sumus – que também atua no mercado de TEM –, Guilherme Lousada, afirma que é comum grandes empresas, com várias unidades, perderem o controle dos serviços de telecom. Durante o levantamento de inventário de recursos de um cliente, a Sumus descobriu 500 linhas que não estavam em uso, mas cujas contas eram pagas. “Eram linhas cadastradas com diferentes CNPJs e algumas estavam instaladas em locais onde a companhia nem funcionava mais”, conta o executivo.
Ressarcimento
Outra possibilidade de redução de custos é a análise de contas para pedidos de ressarcimento de cobranças erradas. Duda Lemos, da Mobilit, explica que dá para pedir inclusive o resgate retroativo de faturas. “Conseguimos um ressarcimento de 1 milhão de reais pagos indevidamente por um cliente após auditoria em diversas faturas”, revela o executivo. “O billing das teles é complexo e sabemos que elas não agem de má fé. Mas se a conta não é auditada, o cliente paga”, enfatiza. Elia, do Gartner, complementa que as operadoras sabem que têm erros e até veem com bons olhos a gestão de gastos e recursos de telecom. Ela acredita até que futuramente operadoras brasileiras passem a terceirizar esse serviço, como já acontece nos Estados Unidos e Europa.
Exemplo disso é o trabalho prestado pela British Telecom (BT), que opera no Brasil. A empresa oferece serviços de gestão de recursos para multinacionais como Unilever, Ambev, Nestlé e Fiat em grandes contratos de outsourcing. Essas companhias, segundo o diretor-geral da BT no Brasil, Sérgio Paulo Gallindo, têm muita dificuldade para fazer inventário de seus ativos de telecom distribuídos pelos países em que estão presentes.
Gallindo garante uma boa gestão de telecom pode trazer economias de até 50%, principalmente em casos de clientes com redes defasadas. Ele dá o exemplo da troca de uma tecnologia frame relay por infraestrutura baseada em Multi Protocol Label Switching (MPLS) para transporte de dados por comutação de pacotes, que dimunui gastos com gerenciamento. A adoção de voz sobre IP (VoIP) também corta despesas, mas nem sempre é vantajosa para todos os sites da corporação.
Essa necessidade abriu espaço no mercado para empresas que oferecem serviços de TEM. Algumas que prestavam serviços de bilhetagem evoluíram sua oferta. Outras nasceram já para atuar nesse segmento. Segundo as companhias, o investimento em um projeto desse tipo vai depender do porte da organização, do volume de despesas e do tamanho da infraestrutura. Mas as estimativas indicam que implantar o modelo custa entre 3,5% e 5% dos gastos da companhia com telecom.
8 erros que aumentam os custos de telecom
1 – Pagar juros de contas atrasadas por não ter a visão geral de todas as faturas e respectivos vencimentos;
2 – Esquecer de cancelar contratos de serviços que não são mais usados,como linhas fixas e celulares de funcionários que já se desligaram;
3 – Não conferir faturas e pagar por serviços que não foram consumidos;
4 – Ter acordo de nível de serviço (SLA) ou links redundantes que não são necessários;
5 – Deixar de fazer contratos para alguns serviços que, às vezes, são solicitados até por e-mail e pagar tarifas mais altas;
6 – Deixar de realizar inventário de ativos, o que dificulta ter visão global do parque;
7 – Manter a base de contratos descentralizada, o que impede melhores negociações de tarifas;
8 – Não possuir políticas para o uso dos serviços pelos funcionários.
FONTE: COMPUTERWORLD
Como ser encontrado na internet de hoje?
A Internet está mudando os comportamentos das pessoas e continua a ganhar importância. Atualmente, os consumidores fazem quase tudo on-line: compram livros, roupas, alimentos, até mesmo carros, buscam por produtos e informações, fazem novos amigos, leem as notícias, planejam o destino de suas próximas férias, acompanham suas finanças pessoais e se entregam a entretenimentos on-line. As empresas no mundo todo sabem disso e brigam pela atenção on-line desses consumidores. É por esse motivo que a classificação de busca é de importância vital. A classificação de busca é a colocação orgânica de seu site em mecanismos de busca como Google, Yahoo ou MSN.
Mas saber melhorar a classificação de busca é um desafio para a maioria dos proprietários de web sites. Você sabia que algumas poucas medidas simples podem melhorar significativamente o posicionamento da sua empresa nos resultados de busca? Aqui estão alguns pontos importantes a serem considerados:
1.Evite utilizar textos ou links ocultos – Cada uma das páginas de seu web site deve ser acessada por pelo menos um link de texto estático: os rastreadores não reconhecem textos incorporados em imagens;
2.Faça uma lista com os textos de busca dos usuários – Investigue e pesquise quais são os termos que os visitantes usariam para procurar informações e produtos que correspondam à oferta de seu negócio e assegure-se de que todas essas palavras-chave apareçam em seu web site;
3.Crie um web site com visual agradável – Construa um web site útil e atraente, com conteúdo claro e atualizado que atraia visitantes para o seu web site em primeiro lugar. Reveja a estrutura, veja se o mapa de seu site faz sentido e guie os visitantes com um processo lógico e seqüencial;
4.Implemente a otimização fora da página – Este é o processo de construção de links para seu web site a partir de web sites de terceiros. Uma forma de implementá-lo é por meio da ativação de links em portais importantes. A indexação a partir desses portais ajudará a alavancar sua classificação em buscas on-line.
5.Pense nos visitantes – construa seu web site para os visitantes. Não o modifique pensando somente em função dos mecanismos de busca. Planeje quais mensagens-chave você deseja comunicar e faça com que seus visitantes encontrem-nas diretamente.
6.Construa um plano de SEO – Concentre-se em um plano de Otimização para Mecanismos de Busca (SEO) para o seu web site. Siga esse plano fielmente, acompanhe-o e aprimore-o. Quando tiver atingido o resultado desejado, implemente um plano de manutenção, de forma que você garanta que manterá aquela posição na classificação de busca.
7.Incorpore frases-chave — Assim que tiver adquirido experiência, comece a converter as palavras-chave em frases-chave. Os usuários estão se tornando mais experientes em buscas on-line, e também estão procurando por frases inteiras ao invés de palavras isoladas.
Antes de efetuar todas as alterações em seu web site, questione-se: “Eu faria isso se os mecanismos de busca não existissem?” Essa pergunta é indispensável para preservar a qualidade de seu web site. Esteja atento às palavras-chave e selecione aquelas que realmente coincidam com sua empresa ou seu negócio. Dessa forma, você não só atrairá os mecanismos de busca, mas também o público, que é o motivo principal da existência de seu negócio.
Michelle Pessoa Machado, gerente de Marketing e Comunicações da VeriSign para a América Latina.
FONTE: TI INSIDE – OUTSOURCING
Saiba como evitar dores de cabeça com vírus em sua empresa!
Antes de qualquer coisa é importante ressaltar que não estou me referindo ao maravilhoso “mundo GNU”, sob o qual centenas de milhares de comunidades colaborativas contribuem livremente para o desenvolvimento de um bem comum (software) e cujos produtos possuem incomparável qualidade. Refiro-me aos softwares comerciais, voltados principalmente para plataforma Windows e cujo modelo de venda e licenciamento ainda obedece ao jurássico padrão tradicional.
Nesses casos, nos últimos anos, muitos fabricantes de antivírus (que são empresas com fins lucrativos e, sem exceção, possuem uma versão paga de seu produto), lançaram no mercado, talvez como estratégia comercial, uma versão gratuita com direito inclusive a atualizações. É aí que mora o risco velado ao qual me refiro!
De acordo com pesquisa realizada pela Symantec Brasil, de cada dez pequenas e médias empresas brasileiras, três não têm antivírus, ou seja, 30%! Não bastasse a expressividade desse número, dos 70% restantes, uma grande parcela utiliza justamente essas versões gratuitas de antivírus disponibilizadas por seus fabricantes.
Não vou me ater aqui a discutir a qualidade destes produtos, muito embora os próprios fabricantes exponham insistentemente e com clareza solar que suas respectivas versões pagas são mais completas e, portanto, mais poderosas. Mas, como disse, não é esse o real problema. Veja abaixo a que tipo de riscos estamos expostos ao usar esse tipo de antivírus em um ambiente corporativo:
- Os dois antivírus gratuitos mais usados no Brasil deixam claro que suas versões “free” não possuem qualquer tipo de suporte. Esse detalhe, que pode ser irrelevante para um usuário doméstico, passa a ser crucial em uma empresa numa eventual infecção generalizada dos computadores;
- O uso de antivírus gratuito em uma empresa que possua link de Internet banda larga com endereço IP fixo, pode acabar deixando-a sem as atualizações, uma vez que o fabricante tem condições técnicas de identificar o grande volume de solicitações de atualização que partem diariamente de um mesmo endereço IP, podendo facilmente bloqueá-lo;
- Os fabricantes explicitam também que suas versões gratuitas de antivírus são voltadas exclusivamente para uso pessoal e doméstico, sendo vedado qualquer outro tipo de utilização. Isso quer dizer que, o administrador que permita a instalação de antivírus gratuito nos computadores de sua empresa está incorrendo em pirataria e pode responder judicialmente por isso. Veja a seguir trecho retirado do contrato de licença de um dos antivírus gratuitos mais utilizados no país: “ADVERTÊNCIA: Este programa é protegido por leis de direitos autorais e tratados internacionais. Reprodução ou distribuição não autorizada desse programa, ou qualquer parte dele, pode resultar em severas penalidades civis e criminais. Criminosos serão punidos na extensão máxima permitida por lei.”;
Dessa forma, utilizar antivírus gratuito em uma rede corporativa pode dar ao administrador uma sensação de segurança a custo zero, porém tem um efeito exatamente oposto: o que se tem na verdade é um software incompleto, sem suporte, com grande risco de ficar desatualizado e, além de tudo, pirata! Então, por que insistir?
* Carlos Augusto Cruz é sócio-diretor da CTECH Informática
Fonte: www.baguete.com.br
ADQUIRA ANTIVÍRUS PROFISSIONAIS DA LINHA AVG CLICANDO AQUI!
Recebeu um arquivo com extensão .docx e não consegue abrir?
No pacote Office 2007 a Microsoft introduziu um novo formato, chamado “Microsoft Open Office XML Format (.docx). Este formato não é compatível com as versões anteriores do Office nem com outros aplicativos alternativos.
O site Docx-Converter (http://docx-converter.com/) permite a você converter estes arquivos sem precisar atualizar sua versão do Office! Talvez alguma formatação não fique exatamente igual à original, mas em geral a ferramenta resolve seu problema, e é gratuita!
Você já fez seu computador hibernar?
Imagine que você está em um momento “de pico”, com diversos programas abertos ao mesmo tempo, vários sites abertos ao mesmo tempo, em que você não tem os links nos favoritos para acessar os mesmos sites novamente no outro dia, depois de desligar o computador… Pois bem, a hibernação resolve esta questão. Quando você ligar o computador no outro dia, tudo estará exatamente como você deixou! E o tempo de inicializar o computador será bem menor que o habitual!
Diferentemente do modo de espera, que desliga apenas alguns componentes do sistema, a hibernação copia o conteúdo atual da memória RAM para um arquivo no disco rígido e desliga TOTALMENTE o computador, podendo até mesmo ser desligado da tomada, ou, no caso de notebooks, até mesmo retirar a bateria, e ao religá-lo, tudo volta no ponto EXATO em que estava antes – os mesmos programas abertos, os mesmos arquivos, o cursor exatamente no mesmo lugar….
Abaixo segue informações de como ativar a hibernação em seu notebook (ou também desktop) com o Windows XP:
Primeiro, precisamos ativar o suporte à hibernação. Faça isso no Painel de Controle > Opções de Energia > Hibernar, selecionando a caixa “Ativar hibernação”, conforme a imagem abaixo:

Feito isso, vá para a aba “Avançado”, e selecione “Hibernar” no menu “Ao pressionar o botão para ligar/desligar o computador:

Pronto! Assim que você pressionar o botão de ligar/desligar o computador, o Windows irá fazer seu computador hibernar! Você verá que ao religar o computador, o Windows iniciará mais rapidamente do que o normal, e mantendo todos os programas abertos, exatamente como estavam antes!
No entanto, se você em determinado momento quiser desligar o computador do modo convencional, clique em Iniciar > Desligar, exatamente como você fazia antes!
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